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Diga com quem andas que direi quem tu és: Empresário morto no tech office fez campana no prédio de Holandinha por acordo não cumprido

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Pelo visto, João Bosco Sobrinho Pereira assassinado a queima roupa no badalado crime do Tech Office não era bem a vítima que a imprensa aliada do Palácio dos Leões tenta passar para opinião depois da federalização do caso pelas instâncias superiores da justiça brasileira.

De acordo com o Boletim de ocorrência registrado pelo próprio Edivaldo Holanda Jr no dia 11 de janeiro de 2020, o dublê de empresário (  conhecido como cobrador de agiota  ) e amigo íntimo do vereador Beto Castro foi para a portaria do prédio do ex-prefeito de São Luís fazer campana com outro comparsa, chegando inclusive a impedir que a vítima saísse e nem tivesse visitas até o pagamento de uma suposta dívida firmada entre as partes ou de possíveis representados nesse suposto acordo, vejam o registro de ocorrência:

O que levou um cidadão perigoso como João Bosco ir para a portaria do prédio de Edivaldo com um comparsa e impedir que o então prefeito de São Luís saísse de casa ou que pessoas entrasse no seu apartamento?

Quem em sã consciência iria para a portaria do prédio de uma autoridade cobrar uma dívida que não existe?

Perguntas simples e que merecem respostas, ainda mais agora que o ex-prefeito de São Luís saiu do retiro e parece ter perdido o medo depois de ter sido ressuscitado sob a proteção de Marcus Brandão.

Quem sabe agora poderemos ver o ex-prefeito caminhando de verdade pelas ruas do Bairro de Fátima, mas é bom ter cautela e não se afastar da comitiva. (Do site Os Analistas)