Em mais uma demonstração de desrespeito ao eleitor e à imprensa, o candidato Eduardo Braide faltou nesta sexta-feira, 28 à sabatina promovida pelo portal Imirante. A cadeira vazia deixada nos estúdios do veículo do Grupo Mirante não é um episódio isolado, mas parte de uma estratégia reiterada de fuga do confronto de ideias e da prestação de contas pública pelo ex-prefeito de São Luís.
A atitude recorrente levanta questionamentos inevitáveis no meio político e na sociedade: por que Eduardo Braide teme tanto responder a perguntas diretas dos jornalistas sobre a crise do hospital da criança? Caso que foi amplamente noticiado pelo sistema mirante e que até hoje o ex-prefeito não foi confrontado ao vivo para responder.
O que o candidato prefere esconder ao se recusar a encarar os questionamentos legítimos do eleitor?
Ao fugir das sabatinas, entrevistas e debates, Eduardo Braide priva os eleitores do de avaliar suas propostas, esclarecer dúvidas e confrontar contradições de sua trajetória política. Trata-se de uma tentativa deliberada de evitar o escrutínio público, apostando em um monólogo confortável nas redes sociais em vez do diálogo transparente que a disputa do cargo de governador exige.
A recusa sistemática em prestar esclarecimentos à imprensa e à população reforça a imagem de um projeto que foge da transparência. Para quem almeja a confiança das urnas, a omissão continuada de Eduardo Braide deixa uma mensagem clara de arrogância e desprezo pelo eleitor maranhense.
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