Literalmente, o caos se instalou no Estado do Maranhão. Quando o assunto é segurança pública, a situação fica ainda mais grave. Colocado como secretário de Segurança Pública apenas porque é primo do governador, e não porque tem competência, Maurício Martins tem terminado de afundar uma das pastas mais importantes e sensíveis do governo.
Além do caos, a bagunça tomou conta da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão. O sistema de segurança pública do Maranhão, que deveria proteger o cidadão de bem, está sendo usado como instrumento da oligarquia Brandão para perseguir cidadãos de bem. É uma vergonha.
A Polícia Civil, que está servindo apenas para monitorar e perseguir, intimou Lorena Santos para depor na última sexta-feira, 20, na SEIC, mas Lorena, que é mulher de Gilbson Júnior, estava em Brasília com ele, que está sob proteção da Polícia Federal. O alvo da oligarquia corrupta é perseguir os maranhenses; é uma vergonha e é lamentável o que vem acontecendo com o sistema de segurança, que agora só serve para perseguir e amedrontar pessoas de bem. Para se ter noção uma matéria do blogueiro que está a serviço da oligarquia corrupta foi publicada no dia 5 de fevereiro, já no dia 13 de fevereiro a investigadora imprimiu a intimação e só entregaram a intimação no dia 19 de fevereiro, deixando nítido que trata-se de uma ação orquestrada para perseguir Lorena, pois não daria tempo dela consultar advogado, nem orientação, seja foi tudo planejado pelo sistema maligno e diabólico que comanda o Maranhão e toda sua corja.

Diante de tudo isso, fica visível o flagrante escancarado a trama do inferno planejada que é chamada pelo povo maranhense de oligarquia maligna. Usar do aparelhamento do sistema de segurança para intimidar e tentar fazer com que Lorena recue. E segundo fontes, membros ligados diretamente à oligarquia Brandão tentaram de todas as maneiras, inclusive propondo propostas indecorosas, e vantagens financeiras para que ela recuasse e assim eles se livrarem desse crime absurdo que eles estão envolvidos até o último fio de cabelo. Como se pode perceber tudo que acontece de ruim tem as digitais dessa oligarquia maligna. Enquanto isso, o caos segue; veja.
Do período de Carnaval até a noite deste sábado, 22, uma sequência de mortes violentas foi registrada em diversos bairros de São Luís, Paço do Lumiar e São José de Ribamar, municípios que compõem a Grande Ilha.

Nos quatro primeiros dias do período de Carnaval, foram três homicídios em Paço do Lumiar e São Luís, e um determinado como feminicídio no Piancó. Werleson de Sousa, Reginaldo Fonseca Serra Neto, Samuel Coelho dos Santos, Wesley dos Santos Chaves e uma vítima não identificada no Jardim Tropical foram mortos a tiros nos dias 20 e 21 de fevereiro. Já na noite de sábado, foram registrados mais três homicídios violentos. As ocorrências foram registradas em um intervalo de poucas horas entre um crime e outro, nos bairros Sol e Mar, Jardim América e Cohab.

Conforme apuração da redação, no bairro Sol e Mar, um homem conhecido apenas como “Bix” foi alvejado com tiros no peito, na Rua 7. A vítima não resistiu e entrou em óbito antes que pudesse receber atendimento médico. Uma hora antes, no bairro Jardim América, um homem identificado como Johnatta Lemos foi executado em frente ao Supermercado Universos. O jovem estava saindo do estabelecimento quando foi abordado e morto a tiros. Também horas antes houve um homicídio com vítima não identificada na Cohab, próximo a um sucatão.
Mesmo diante da onda de violência que vive São Luís, o secretário, que mais parece uma marionete, não se manifesta. Enquanto isso, a violência assusta e intimida o cidadão de bem, que vive com medo de sair de casa por conta dessa crescente de violência. Para se ter ideia, em menos de sete dias já foram contabilizadas 10 mortes violentas.
Isso sem contar os casos de tentativa de homicídio, que já somam mais de cinco ocorrências às quais a redação do Jornal Itaqui-Bacanga teve acesso nesse período. Diante do caos, o secretário deu uma coletiva de imprensa para tentar maquiar os números terríveis da segurança. Maurício Martins disse à imprensa que não houve ocorrências graves nos circuitos, mas esqueceu de falar das demais regiões, justamente onde aconteceram os homicídios. Os dados que constam na relatoria da SSP-MA não foram atualizados corretamente nos últimos dias, tanto que a última atualização ocorreu na sexta-feira, 22, sem a inclusão de alguns casos.