O pré-candidato a governador Felipe Camarão chamou atenção para algo que quase passou despercebido por boa parte dos maranhenses, da imprensa e até mesmo da classe política na convenção do sobrinho do governador oligarca Carlos Brandão, Orleans Brandão, conhecido como Orleans Bebezão, realizada no final de semana passado.
O discurso de Orleans Bebezão não foi algo autêntico, de coração, ou algo que realmente ele pense. Foi tudo produzido por uma equipe de marqueteiros políticos e apenas lido por meio de vários teleprompters (telões com o texto), ou seja, um texto pronto que foi apenas lido.

Camarão questiona prepraro de Orlenas Brandão
Felipe Camarão chamou atenção e fez uma comparação. O vice-governador e pré-candidato ao Governo do Maranhão pediu que a população refletisse se, por acaso, entregaria sua vida para um médico sem diploma, sem conhecimento ou sem experiência para realizar um procedimento. Ou, ainda, se entregaria sua casa ou seu carro para alguém que não é mecânico e em quem não tem confiança? indagou. Nesse sentido, Camarão comparou Orleans Brandão a um indivíduo sem experiência e sem preparo, afirmando que o fato de ter lido todo um discurso significa que ele não tem preparo e muito menos condições de governar o Estado do Maranhão.
O petista pediu que a população fique atenta a esse tipo de candidato e questionou se um candidato sem a mínima condição de estar à frente do Estado do Maranhão merece o voto de confiança.
Orleans praticamente nunca trabalhou e foi alçado ao cargo de secretário de Estado em uma pasta sem expressão, criada pelo seu tio governador com um único propósito: tentar dar destaque ao sobrinho e viabilizar o projeto oligárquico e familiar de continuar no poder. Para se ter ideia, para aprender a falar em público, o Governo do Estado pagou para Orleans um curso de media training, em São Paulo, de mais de R$ 50 mil. Além disso, Orleans não tem, em sua biografia, passagens por nenhuma empresa de grande relevância, passagem por algum órgão público ou cursado alguma faculdade de grande expressividade. Ou seja, querem colocar uma pessoa que não sabe de nada, não tem experiência em nada, para cuidar de um estado tão importante como o Maranhão.
O questionamento de Felipe Camarão é válido e justo!