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O STF vai se curvar aos quadrilheiros?

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Em estado de desespero, a quadrilha Brandão, que hoje domina o Maranhão, tem empregado todos os meios para tentar se livrar da Justiça. O governo da corrupção tem usado o caso do jornalista e blogueiro Luís Pablo como uma cortina de fumaça para tentar intimidar a ação do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo fontes, o governo tem gastado tubos de dinheiro com a imprensa nacional com o objetivo de constranger os ministros do Supremo. São inúmeros processos tanto no STF quanto no STJ, e estão com medo da canetada. A população não vai aceitar que os ministros se acovardem, se rebaixem a ponto de não tomar uma posição firme contra a corrupção, contra o desmando e a roubalheira que está acontecendo no Maranhão.

A oligarquia Brandão também teria contratado algumas das bancas de advogados mais influentes do Brasil e, segundo relatos, estaria sendo orientada a agir dessa forma para embaraçar e tumultuar processos nas instâncias superiores, como no próprio STF. Por isso, a oligarquia Brandão tem pago sites, páginas e veículos nacionais com o objetivo de descredibilizar o STF e o STJ, tentando criar um ambiente de pressão para que decisões contrárias à oligarquia não sejam tomadas. No entanto, o que se espera é justamente o contrário: que haja firmeza e que a Justiça seja feita, algo aguardado por toda a população do Maranhão e do Brasil.

Esse pretexto de defender o blogueiro Luís Pablo é apenas um engodo. Esse mesmo governo que defende o blogueiro em uma farsa é o mesmo governo que ataca mulheres, persegue Lorena Santos, entrando com uma ação na Superintendência Estadual de Investigação Criminal (SEIC). É também o mesmo governo em que um delegado entra com uma ação contra o Jornal Itaqui-Bacanga por conta de uma reportagem que citou o nome dele, mesmo com imagens e provas envolvendo um vereador. Na verdade, esse é um governo bandido, um governo hipócrita, um governo mau-caráter, um governo que não merece uma gota de credibilidade.

Essas quadrilhas estão pensando que vão constranger ou inibir o Supremo usando a mídia nacional. O Supremo não tem medo de críticas nem de chiadeira. Basta olhar para o julgamento do caso da trama golpista dos bolsonaristas, que têm peso político em meio à polarização. Mesmo diante das críticas, o Supremo fez valer a Justiça, de forma independente. Então, se essas quadrilhas estão pensando que vão intimidar, inibir ou constranger o Supremo a mudar decisões por conta de barulho pago à imprensa, estão ferrados. Quem deve vai pagar, porque o Supremo tem que dar satisfação para a população, aplicando a lei para todos, e não de forma seletiva.

E um detalhe: segundo uma fonte, o blogueiro Luís Pablo trocou de celular dias antes da operação da PF, no aparelho em que estavam todas as conversas com integrantes da alta cúpula do governo. Portanto, a Polícia Federal já tem certeza de que o celular que Luís Pablo teve apreendido é novo e que ele usou outro aparelho, no qual se comunicava e tinha acesso às informações privilegiadas.

O  governo estadual teria intensificado sua articulação junto a setores da imprensa nacional, numa ofensiva midiática que busca construir uma narrativa de perseguição e, ao mesmo tempo, colocar o STF sob os holofotes da opinião pública. A pergunta que precisa ser feita é simples: o Supremo deve permitir que um único caso seja utilizado como instrumento de pressão política sobre suas decisões?

A Corte já demonstrou em diversos momentos da história recente que não se deixa intimidar por barulho político, campanhas midiáticas ou pressões externas. O julgamento de episódios de grande repercussão nacional mostrou que, mesmo diante de críticas duras e intensa polarização, os ministros mantiveram o compromisso com a aplicação da lei e com a independência institucional.

O país já enfrentou momentos de grande turbulência institucional e sabe que a solidez das instituições depende, acima de tudo, da coragem de quem ocupa cargos de responsabilidade. O Supremo Tribunal Federal não deve decidir com base em gritos, pressões ou campanhas de opinião. Deve decidir com base na lei.

E é exatamente isso que a sociedade brasileira espera.